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ASTRONOMIA
Será que a gente vai ganhar mais um planeta?
Será? Até agora são
nove. Mas pesquisadores da Universidade dos Andes, na Venezuela,
e da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, descobriram um planetóide
(uma coisa maior que um asteróide mas menor que um planeta),
batizado de 2000 EB173, entre Netuno e Plutão.
Para ser considerado um planeta, o EB173 deveria passar por três
provas: dar voltas em torno de uma estrela (ele dá voltas em
torno do Sol), ser esférico, ou seja, arredondado (ele é),
e ter um mínimo de massa decidido pelos cientistas... que ele
não tem!
Só que esses critérios dos cientistas para definirem se
um astro é ou não uma estrela provocam a maior confusão,
porque cada um diz uma coisa.
Segundo esses mesmos critérios, Plutão teria de ficar
de fora, porque é minúsculo. E quem acha que ele está
lá no finzinho do nosso Sistema sozinho está astronomicamente
enganado! Junto com ele há um bando de planetóides e asteróides,
e o EB173 está incluído nesse grupo.
Até agora descobriram 300, mas parece que existe bem mais. Seja
como for, se a gente morasse em EB173, não ia viver nem um ano
de lá. Isso porque o EB173 leva 243 anos para completar uma única
voltinha ao redor do astro-rei, o Sol.
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