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Quem achou as células "mamúticas" foi um grupo de cientistas russos e japoneses, em uma cidade siberiana chamada Iakutsk. Mas eles não teriam conseguido nada, se não fosse a a ajudinha de um caçador local, que ganhou 2 mil rublos (a moeda russa) para levá-los até onde estava a pata do bichão. Isso mesmo: as células preservadas foram retiradas no "pezinho" do mamute. O que não é de se estranhar, já que existem registros de exploradores do século 19 que comiam carne de mamute "fresquinha", depois de 10 mil anos congelada! Credo! E agora?
Agora, os cientistas japoneses que integraram essa expedição
vão tentar transferir o DNA do núcleo dessas células
para óvulos do parente mais próximo do mamute ainda vivo,
que é o elefante indiano. Se tudo der certo, um embrião
clonado do mamute seria gerado por uma mamãe elefante. Mas... será que, depois de tanto tempo sem dar uma volta no nosso planetinha, o mamute ia gostar de ficar enjaulado em um zoológico para todo mundo ver? |
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