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Você dribla o sofá,
dá um passe para a poltrona, mete a bola entre as pernas da mesinha
de centro e...acerta aquele vaso que sua mãe a-do-ra. E agora?
Enquanto o vaso vai caindo, você consegue imaginar tudinho que
sua mãe vai dizer quando ela descobrir, o puxão de orelha
que ela vai te dar, a semana de castigo... E, como eles adoram um bom mistério, é claro que os cientistas não deixaram essa "estranhice" passar em branco: uma turma lá de Londres resolveu pesquisar o que acontece com o tempo na hora do medo. Eles fizeram algumas pessoas ouvirem bips, que tocavam em intervalos de mais ou menos um segundo. E o resultado foi o seguinte: quando as pessoas estavam prestando muita atenção, elas achavam que um intervalo de tempo menor, como por exemplo 825 milissegundo, correspondiam a um segundo inteiro. Ou seja, na hora do perigo, quando a nossa atenção ao que vai acontecer é total, a gente acha que um segundo dura menos! Mas está tudo ao contrário:quando a gente está com medo, parece que um segundo dura mais! Pois é, veja só como a coisa é complicada: o que acontece é que, com um segundo "menor", a gente tem a impressão de que menos coisa aconteceu, e essa impressão faz a gente achar que o tempo está passando mais devagar! Meio confuso, né? Os cientistas acham que nosso cérebro inventou esse "truque" para que a gente tenha mais tempo de reagir quando aparece algum perigo. Agora, cá entre nós, bem que o cérebro também podia dar um jeitinho de fazer o tempo passar mais rápido durante aquelas aulas chatas, hein? |
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