TECNOLOGIA
É um artista? É um rato? É um robô?...

Ei, o que foi que inventaram agora? Uma mistura de tudo isso: um artista semi-vivo. Mas isso não é nada de filme de terror, não! Antes que você tenha pesadelos com um rato-exterminador-do-futuro, a gente explica essa história direito...

Num laboratório da Austrália, o cérebro de um ratinho fica pensando em coisas que ele gostaria de desenhar ("queijo, queijo..."). Enquanto isso, em um outro laboratório, nos Estados Unidos, um braço-robô fica criando um monte de "rabiscos artísticos"... que vieram, pela internet, da imaginação do ratinho.

Ligados ao cérebro do bichinho, alguns sensores conseguem perceber o que ele está "pensando". Mas como os animais não pensam do mesmo jeito que a gente, os cientistas usam um computador superavançado para traduzir os pensamentos do "ratês" para uma língua que a gente entenda. Daí qualquer coisa que passa pela cabeça do bichinho é transformada numa ordem: mexa-se! E o braço-robô, do outro lado do mundo, obedece, criando arte.

E porque que eles inventaram esse nome tão terrível: "artista semi-vivo"? Porque esse "ser" é formado meio de uma máquina, meio das células do cérebro do ratinho. Ele não é uma coisa nem outra; está mais ou menos vivo, como um "ratocop".

Agora coloque a sua imaginação para funcionar: já pensou no monte de coisas que esses cientistas meio malucos podem inventar com uma tecnologia dessas? Só de brincadeira, você pode controlar máquinas lá do outro lado do mundo só com a força do pensamento!



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