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Andando pela rua com os dois
olhos bem abertos, vira e mexe a gente tropeça, esbarra em quem
está pelo caminho e pisa (ui) no pé de alguém ou
(argh) no cocô de algum cachorro. Agora imagina só ter
que andar por aí sem enxergar nada? Fica beeem mais complicado,
né? O Steve, que também
é cego, juntou uma turma de gente muito sabida e desenvolveu
o Drishti
(essa palavra quer dizer "visão" em uma língua
antiga chamada sânscrito). A engenhoca, que é mais ou menos
do tamanho de um caderno daqueles grossos, funciona como um "cão-guia
computadorizado" para quem não pode ver. Junto com um aparelhinho
chamado GPS (que é um tipo de bússola eletrônica)
e de um mapa virtual chamado GIS, o Drishti
"conversa" com o usário, avisa se tem alguma coisa
"tropeçável" pela frente e calcula
as distâncias entre os lugares. |
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