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Parece até coisa de ficção científica, mas não é! Alguns bancos brasileiros já estão até querendo adotar a tecnologia: em vez de digitar a senha, a pessoa da "aquela olhadela" para a máquina, e... flept! o dinheiro está liberado no caixa eletrônico. O sistema é um dos mais seguros que existe, porque não reconhece a cor do olho, ou o formato... mas a íris, aquela parte colorida em volta da pupila. Se olhar bem de pertinho, você vai ver um monte de risquinhos - são eles que servem para identificar cada pessoa. É um sistema parecido com o de identificação de digitais, mas muito, muito mais seguro, porque só aceita o olho de gente vivinha da silva. Por isso nem adiantar querer arrancar o olho alheio pra roubar dinheiro no banco: além de ser muito nojento, não daria nada certo. E dê uma olhada nisso: a chance de encontrar uma íris igual a outra é de uma em... um quatrilhão! Nem existe tanta gente assim na Terra - a população do mundo é "só" de seis bilhões. Desse jeito, a chance de encontrar alguém com um olho gêmeo ao seu é praticamente nenhuma, e o olho pode ser considerado a marca registrada de cada pessoa. Os bancos esperam que, logo, logo, os caixas eletrônicos possam ter o sistema. Vai ser muito bom para os esquecidos. Por quê? Não dá pra esquecer o olho, porque tá grudado na cabeça que tá grudada no pescoço, oras bolas. A tecnologia só não deve fazer muito sucesso com os ladrões e os piratas - que têm olho de vidro, e cara de mau. |
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