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Esse aparelhinho quase mágico torna possível que duas pessoa separadas por milhares de quilômetros possam se tocar, ou tocar objetos! Ele foi desenvolvido por duas equipes de cientistas: uma dos EUA e a outra, da Inglaterra. Mas...como funciona o tal
do Phanton? Será que ele é um braço muuuito comprido,
mesmo? Bom, tem mesmo um braço na história, mas ele não
é comprido, não: é um braço robótico,
que fica ligado a um computador.
E, em uma das pontas dele, tem uma caneta gorducha, que é a parte
mais importante do Phanton. É através dela que a gente
consegue sentir o que está do outro lado do oceano. O único probleminha que as duas turmas de pesquisadores estão tendo é com o relógio: como as informações do Phanton são passadas pela internet, às vezes rola um certo atraso. E esse atraso atrapalha bastante. Para que dê tudo certo nas operações "phantômicas", o tempo máximo de diferença que pode existir entre um lado e outro da experiência é de...130 milésimos de segundo! Mas, como esse pessoal que gosta de ciências é muito danado, rapidinho eles devem solucionar esse problema. E quem sabe, em alguns anos, não dê para abraçar de verdade aqueles amigos que moram bem longe? |
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